
Jornal da USP: Nanopartículas de ouro podem ajudar na identificação e tratamento de câncer
Paula Lins explica como essa patente USP funciona e qual o seu diferencial para lidar com a doença.

Paula Lins explica como essa patente USP funciona e qual o seu diferencial para lidar com a doença.

Jorge Sabbaga identifica na obesidade e no consumo de alimentos processados dois dos motivos para o aumento dos casos de câncer precoce.

Vera Luiza Capelozzi comenta os estudos envolvendo a proteína mesotelina, que tem a capacidade de atrair para perto do tumor células desejáveis para o combate ao mesotelioma pleural maligno.

Segundo Jesus Paula Carvalho, esse tipo de câncer ainda não apresenta indicadores positivos para tratamentos, mas já se sabe que tem origem nas tubas uterinas e não no ovário.

Com repercussão pelo seu uso em vacinas de covid-19, João Agostinho Machado Neto explica que o mRNA também pode auxiliar em terapias gênicas, na oncologia e na pesquisa biomédica.

Estudo multidisciplinar traz abordagem inovadora, demonstrando a viabilidade da aplicação das nanopartículas de óxido de ferro com revestimento polimérico.

Em testes com animais, nanopartículas contendo substâncias já aprovadas para uso humano reduziram a inflamação no microambiente biológico em que cânceres desse tipo se instalam, facilitando a ação do sistema imune.

Segundo Carlos Alberto Scrideli, um diagnóstico precoce e um tratamento adequado aumentam muito as chances de cura desses pacientes.

Na esteira da campanha Março Lilás, Jesus Paula Carvalho diz que a doença pode ser erradicada ainda neste século com a vacinação.

A moléstia representa 2% de todos os tipos de câncer que atingem os homens e um dos principais fatores de risco é a presença do HPV, além da má higiene íntima.

Os testes com células CAR-T serão exclusivos para pacientes com leucemia linfoide aguda de células B e linfoma não Hodgkin de células B que não responderam ou apresentaram o retorno da doença após a primeira linha de tratamento convencional. Centro de Terapia Celular de Ribeirão Preto vai receber pedidos de inclusão enviados apenas pelos médicos de possíveis candidatos.

Mecanismo de ação foi verificado em tipo específico de neoplasia e envolve uma resposta antiviral, sem a presença de um vírus, no controle do tumor