
Jornal da USP: Nova tecnologia propõe realização de mamografia sem compressão da mama
Segundo Bruno Sanches, a inovação utiliza radiação ionizante para obter imagens de alta resolução e melhorar o diagnóstico precoce.

Segundo Bruno Sanches, a inovação utiliza radiação ionizante para obter imagens de alta resolução e melhorar o diagnóstico precoce.

Professor do MD Anderson discutiu como biomarcadores no sangue podem viabilizar testes de risco para câncer, com potencial para rastrear grandes populações.

A Fundação Oncocentro de São Paulo (FOSP), vinculada à Secretaria de Saúde de São Paulo, lança seu 10º Boletim de 2025, dedicado ao Dia Mundial

São os ADCs (anticorpos-droga conjugados) que representam, segundo Eduardo Rocha, uma nova modalidade terapêutica.

O Grupo busca articular parcerias científicas entre os países emergentes para enfrentar desafios comuns nos campos da saúde, inovação e desenvolvimento sustentável.

Sistema Único de Saúde ganharia eficiência no tratamento de doenças ao integrar bancos de dados sobre a ancestralidade e a variedade embutida no DNA brasileiro.

Novos resultados de sequenciamento do material genético de 2.723 pessoas revelam maior ancestralidade indígena e africana e ressaltam as marcas de violência no processo que formou a população nacional.

Artigo de revisão analisou microRNAs desregulados em pacientes com diabetes tipo 2 e suas associações com a progressão do câncer de mama.

Pesquisadora da USP participa de iniciativa internacional que padroniza quantificação de oxilipinas; nova recomendação técnica foi publicada na revista Science Signaling.

Agora com 17 mil códigos e nova organização, instrumento para padronizar doenças e condições ganha seções e ferramentas, baseado em entendimento ampliado sobre acesso à saúde.

O seminário buscou trazer uma visão clara sobre o funcionamento da Pesquisa Clínica, sua importância na evolução da Oncologia, o impacto no tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), e como pacientes e profissionais podem se engajar nesse processo.

Ressonância magnética revela alterações pós-radiação, como maior difusão de líquidos pelos tecidos; estudo não contraindica tratamento, mas achados podem orientar proteção de áreas sensíveis