
Jornal da USP: Dados revelam que Brasil tem cobertura mamográfica abaixo do recomendado pela OMS
Especialistas alertam para as disparidades raciais no acesso ao diagnóstico e tratamento. Mulheres negras não apenas enfrentam mais barreiras socioeconômicas, como também têm maior incidência do subtipo triplo-negativo, o mais agressivo subtipo de câncer de mama.









